Resenha: Jackie

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Quem for ao cinema assistir ao filme Jackie, que estreia nesta quinta-feira nos cinemas brasileiros, e esperar ver a biografia da mais famosa primeira-dama norte-americana pode se desapontar um pouco. A ideia do filme não é contar a vida de uma das mais emblemáticas mulheres do século XX e sim retratar os dias que se seguiram à morte de John Kennedy, seu marido e então presidente dos Estados Unidos.

Se as imagens dos tiros que mataram JFK fazem parte do imaginário popular e as teorias de conspiração sobre o assassinato nunca saem de moda, entender o que se passou nos recantos da alma da mulher que viu sua vida mudar durante um passeio de carro é o que dá sentido ao filme.

Vale lembrar que a produção é dirigida pelo chileno Pablo Larraín e isso, por si só, é sinônimo de um filme que foge um pouco da estética hollywoodiana. Então, temos um pouco do que sentiu a primeira dama e, também,  do que sentiu a mulher propriamente dita.

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Muito se falou da escolha de Natalie Portman para interpretar Jacqueline Kennedy, mas a impressão que final é que ela fez um bom trabalho. A boa caracterização da personagem e a sua confusão de sentimentos é muito bem representada pela atriz que já ganhou o Oscar por sua interpretação marcante em Cisne Negro.

Para quem quer conhecer um pouco mais sobre um dos mais importantes ícones de elegância das últimas décadas, o filme é um bom programa. E para aqueles gostam apenas de uma boa história, também.

Confira, abaixo, o trailer da produção.

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