Por um mercado ainda mais global

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Neste último sábado, dia 09 de setembro, publicamos aqui no Terapia do Luxo uma matéria sobre o grande aumento recentemente registrado no consumo de vinhos de origem portuguesa no mercado brasileiro. Além de ressaltar de forma bastante peculiar os laços que unem e agregam Brasil e Portugal, o texto comprova um detalhe que é cada vez mais significativo no que tange o mercado de luxo: a sua globalidade.

Embora algumas das principais marcas de alto padrão sejam provenientes de poucos países entre eles França, Itália e Estados Unidos, o mercado de luxo é plural e global, e somente é possível fazer sucesso nele com uma visão holística e preparada para perceber as diferenças entre os públicos alvos.

De acordo com um relatório publicado pela Bain & Company em parceria com a Fondazione Altagamma, estima-se “que o mercado de luxo ainda vai lucrar entre R$ 968 bilhões e R$ 986 bilhões até 2020, com base em um crescimento de vendas anuais de 3% a 4%, a se iniciar em 2017”. Mas, certamente, esses números somente serão possíveis através da consolidação de um mercado cada vez mais globalizado.

Em outras palavras, é fundamental levar em consideração participantes novos no mercado de alto padrão. Basta perceber que enquanto nações como a Grécia enfrentam grandes dificuldades, até mesmo do ponto de vista financeiro, regiões como a América Latina e a China vêm se tornando mercados prioritários entre as grifes de luxo.

Em linhas gerais, não é exagero afirmar que da mesma forma que as relações entre Brasil e Portugal se potencializam ainda mais se levarmos em conta o segmento de alto padrão, o desenvolvimento econômico de muitos países pode se beneficiar fortemente com o crescimento e a globalização do mercado de luxo.

Crédito da imagem: Reprodução.

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