Os desafios de um mercado conectado

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Já estamos em 2018 e se depender da expectativa do segmento empresarial e da vontade dos clientes e consumidores, o novo ano deve ficar definitivamente marcado por um reaquecimento do mercado.

E assim como as organizações que atuam nos mais distintos setores econômicos, as principais marcas de luxo do mundo já estabeleceram suas metas e, principalmente, conceberam estratégias visando esse novo momento. Nesse cenário, sem dúvidas, o e-commerce deve ocupar uma posição privilegiada.

De acordo com uma pesquisa publicada no ano passado pela consultoria Bain & Company voltada ao mercado de alto padrão, se atualmente a média do índice de vendas online das marcas e luxo alcança menos de 10% do total, as previsões econômicas indicam que em menos de dez anos, ou seja, em 2025 esse percentual atinja 25% do mercado premium  global.

A análise, ao mesmo tempo em que enfatiza o crescimento progressivo do mercado virtual na próxima década, também aponta o destino das lojas físicas: segundo o estudo, a venda das marcas em seus endereços tradicionais deve reduzir em até 30%.

Outro dado divulgado na pesquisa que é absolutamente essencial para as organizações que atuam no segmento de luxo é que a geração millennial deve representar aproximadamente 2/5 do mercado em 2025. Ou seja, a mudança de comportamento dos consumidores deve impactar as marcas, já que o alto nível de exigência e a preocupação com a sustentabilidade social e ambiental são questões que esse novo público leva muito a sério.

A democratização do acesso à internet através dos mais diversos recursos tem papel decisivo nesse cenário e os consumidores das novas gerações não estão apenas interessados em adquirir produtos, eles querem viver experiências. O ano está apenas no início e o futuro, com certeza, também já começou.

Crédito da imagem: Reprodução.

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