O mercado de luxo e a geração millenial

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A importância das inovações tecnológicas é uma realidade que cresce de forma exponencial em praticamente todos os segmentos de mercado. Não há, atualmente, setor econômico que não utilize as novas ferramentas digitais para, de alguma forma, criar novos produtos e soluções ou buscar os clientes onde quer que estejam.

Na outra ponta da relação comercial, estão justamente os consumidores cujo interesse pelos benefícios e facilidades proporcionados pela tecnologia também vem aumentando consideravelmente nos últimos tempos. E, entre esse público, a chamada geração millenial é um dos principais destaques. Utilizando a tecnologia de forma intuitiva e atenta a todos as inovações, os jovens millenials conquistam cada vez mais seu espaço na sociedade.

No segmento de alto padrão, essa situação não é diferente e de acordo com uma pesquisa desenvolvida pela Bain & Company, empresa de consultoria especializada em analisar as tendências de mercado, até o ano de 2025 os millenials serão responsáveis por praticamente 40% do consumo de luxo em todo o mundo.

Atualmente, as novas gerações já desempenham um papel bastante significativo nas receitas das principais marcas. Conforme o mesmo relatório, nos dias de hoje o público millenial representa 27% dos consumidores dos bens de luxo e 14% desse total é formado por jovens com idade entre 18 e 24 anos.

Conforme declaração de Gabriele Zucarelli, sócio da Bain & Company, “a característica mais impactante desse público é seu processo de compra, que sofre forte influência do ambiente on-line”. Essa constatação, com certeza, não é uma grande novidade para quem atua na área. A conexão dos jovens em tempo integral com o universo digital e, principalmente, com as mídias sociais vem provocando grandes alterações de consumo e, como não poderia deixar de ser, o crescimento do comércio virtual.

Uma das melhores notícias divulgadas no estudo da Bain & Company é que apesar das mudanças recentes nas estratégias comerciais das grandes marcas, as lojas físicas não irão desaparecer, apenas reduzir sua expressividade. Ou seja, os clientes que gostam de sentir uma experiência mais intimista e um contato mais pessoal com os bens de luxo antes da aquisição, com certeza, continuarão tendo seus espaços garantidos no futuro.

Crédito da imagem: Reprodução.

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