O mercado de luxo à espera do crescimento

No último domingo, sete de outubro, os brasileiros foram às urnas eleger seus representantes políticos para os próximos anos. A eleição do presidente e dos governadores, principalmente, deve ter impacto direto no futuro dos estados e, consecutivamente, no futuro do país.

Não é novidade que independentemente do posicionamento político e ideológico, os últimos anos não foram tempos de grandes comemorações. Muitas empresas enfrentaram dificuldades das mais diversas ordens e as organizações que atuam no mercado de alto padrão, de certa forma, sentiram também o impacto desse momento de turbulência econômica e social.

A prova maior disso foi que o Brasil desceu duas posições no ranking dos países que lideram o faturamento ligado ao mercado de luxo. No ano de 2016, ocupávamos a 20ª posição e no levantamento realizado no ano passado, passamos para o 22º lugar, com uma movimentação financeira na ordem 22,55 bilhões. O número pode até parecer expressivo, mas registra uma queda de 8,5% em relação ao ano anterior.

Mas, qual a relação da eleição brasileira com o mercado de alto padrão? Na realidade, a relação é total já que somente é possível o crescimento de qualquer setor de mercado com uma economia estabilizada, positiva e com um desenvolvimento social adequado.

Todos os gestores de empresas voltadas a esse mercado, todos os profissionais que atuam no segmento e, principalmente, todos os clientes de marcas de luxo sabem que as coisas não mudarão do dia para a noite com um toque de mágica. Será preciso muito trabalho e, acima de tudo, acreditar que os desafios possam ser superados.

O mercado de luxo no Brasil vive um momento à espera do crescimento, ou, melhor dizendo, do retorno ao crescimento e, todos nós que atuamos nesse mercado, assim como os políticos que se elegerão neste pleito, terão grande responsabilidade para que isso deixe de ser sonho e torne-se realidade.

Crédito da imagem: Reprodução.

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