O luxo e a cidade

Apesar da desaceleração econômica que a maioria dos setores sofreu no ano passado, o segmento de luxo registrou índices positivos. No mercado brasileiro, por exemplo, muitas montadoras de carros apresentaram queda nas vendas em 2015, mas as principais marcas de automóveis de luxo celebraram o período com crescimento.

Situação semelhante ocorreu em muitos países do globo. Embora a instabilidade econômica provocasse ondas de insegurança, o setor de alto padrão, de certa maneira, permaneceu navegando em uma calmaria atenciosa.

E prova desse movimento agradável de crescimento está nos números do mercado. De acordo com as pesquisas, apenas o núcleo de bens de luxo pessoal movimentou em todo o mundo aproximadamente 250 bilhões de euros. O setor que liderou este nicho foi o de acessórios de luxo, seguido pelo ramo de vestuário e, em terceiro lugar, o chamado hard luxury, que engloba os segmentos de relógios e joias.

Se muitos países apresentaram uma movimentação financeira na ordem dos bilhões de dólares no mercado de luxo, é verdadeiramente nas cidades em que tudo acontece. As cidades são o ponto de encontro das grandes marcas e o local para vivenciar, de fato, as experiências de luxo. Ao aliar história, tradição, modernidade e muito charme, as capitais do luxo mundial registraram índices consideráveis de negócios.

Entre as cidades campeãs do luxo mundial, em primeiro lugar está Nova Iorque, com uma movimentação na ordem de 27 bilhões de euros, seguida por Paris e Londres com 13 bilhões de euros em negócios. Completam as cinco cidades principais Tóquio, com um movimento de nove bilhões de euros e Seul, com um volume de oito bilhões. O mapa mundial do luxo ainda destaca cidades como Hong Kong, Los Angeles, Xangai e Milão, todas com uma movimentação entre cinco e sete bilhões de euros.

Nova Iorque

Nova Iorque

Paris

Paris

 

Londres

Londres

Leave a Reply

Your email address will not be published.