A antecipação das necessidades de consumo no segmento de alto padrão

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A atualidade do pensamento de Steve Jobs ultrapassa as barreiras da tecnologia. Sua forma de entender o mundo dos negócios se tornou referência ao privilegiar aspectos como inovação e qualidade na criação de novos produtos. Se os mais diversos setores de mercado se alimentam até hoje das ideias do fundador da Apple, não é diferente com o segmento de luxo.

Uma das mais famosas frases atribuídas a Steve Jobs diz que “as pessoas não sabem o que querem, até mostrarmos a elas”. Esse posicionamento se aplica de forma completa ao setor de alto padrão, pois, essencialmente, afirma que é necessário que as marcas e empresas entendam seus clientes e trabalhem tendo em vista a sua satisfação.

A frase não tende a diminuir a capacidade de escolha dos consumidores, pelo contrário, a intenção é ressaltar o papel das organizações no sentido de levar à sociedade produtos e serviços que estejam alinhados com as atuais necessidades. Os tablets lançados pela Apple, por exemplo, viraram item obrigatório de um público que vai dos empresários aos universitários, passando por todos aqueles que gostam de navegar na internet.

A ideia de Steve Jobs deve ser considerada uma estratégia para as empresas e marcas que almejam o sucesso. Se analisarmos as mais distintas áreas da indústria de luxo como o setor automobilístico, o ramo joalheiro ou a atividade turística, não é tarefa fácil encontrar clientes que saibam com exatidão aquilo que buscam. Dessa maneira, cabe às organizações a tarefa de antecipar as necessidades e lançar produtos que, ao tornarem-se tendências de consumo, satisfaçam os anseios e desejos das pessoas.

Da inovação trazida pelo New Look de Christian Dior na década de 1940 às vinícolas contemporâneas que permitem a criação de vinhos personalizados, a indústria de luxo possui fortes referências quando o assunto é mostrar ao seu seleto público o que ele quer. Mesmo que, por vezes, nem ele ainda saiba disso.

Crédito da imagem: Reprodução.

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The anticipation of consumption needs in the high-end segment

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The current thinking of Steve Jobs goes beyond the barriers of technology. Its way of understanding the business world became a reference when it emphasized aspects such as innovation and quality in the creation of new products. If the most diverse market sectors still feed on the ideas of the founder of Apple, it is no different with the luxury segment.

One of the most famous phrases attributed to Steve Jobs says that “people do not know what they want, until we show them.” This position applies fully to the industry of high standards, as it essentially states that it is necessary for brands and companies to understand their customers and work towards their satisfaction.

The phrase does not tend to diminish consumers’ choice, on the contrary, the intention is to emphasize the role of organizations in bringing products and services to society that are in line with current needs. The tablets launched by Apple, for example, have become a mandatory item of an audience that goes from businessmen to college students, passing by all those who like to surf the internet.

The idea of ​​Steve Jobs should be considered a strategy for companies and brands that aim for success. If we analyze the most distinct areas of the luxury industry such as the automobile sector, the jeweler branch or the tourist activity, it is not an easy task to find clients who know exactly what they are looking for. In this way, it is the task of organizations to anticipate needs and to launch products that, when they become consumption trends, satisfy people’s wishes and desires.

From the innovation brought by Christian Dior’s New Look in the 1940s to the contemporary wineries that allow the creation of personalized wines, the luxury industry has strong references when it comes to showing its select audience what it wants. Even though sometimes he does not even know it.

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